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José Hermano Saraiva

Visões.

História a Prender

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Aqui , por exemplo.

Tony Judt

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"Há algo profundamente errado no modo como pensamos que devemos viver hoje em dia. Durante 30 anos orgulhámo-nos do contrato social que definiu a vida da sociedade do pós-guerra na Europa e na América - a garantia de segurança, estabilidade e justiça. Tudo isto foi perdendo o seu real significado, revestindo agora em muitos aspectos apenas meras formalidades. Questões anteriormente pertinentes, em tempos até do foro do político, sobre a bondade ou a justiça das coisas, deixaram de ser colocadas. Nesta obra, Tony Judt, um dos principais historiadores e pensadores contemporâneos, mostra como chegámos a este momento confuso. Num texto contundente, descreve o que todos temos sentido e remete-nos em simultâneo para a forma de sairmos desta sensação de mal-estar colectivo."

CAUSAS DA DECADÊNCIA DOS POVOS PENINSULARES I

"No princípio do século XVII, quando Portugal deixa de ser contado entre as nações, e se desmorona por todos os lados a monarquia anómala, inconsistente e desnatural de Filipe II; quando a glória passada já não pode encobrir o ruinoso do edifício presente, e se afunda a Península sob o peso dos muitos erros acumulados, então aparece franca e patente por todos os lados a nossa improcrastinável decadência. Aparece em tudo; na política, na influencia, nos trabalhos da inteligência, na economia social e na indústria, e como consequência de tudo isto, nos costumes. A preponderância, que até então exercêramos nos negócios da Europa, desaparece para dar lugar à insignificância e à impotência. Nações novas ou obscuras erguem-se e conquistais no mundo, à nossa custa, a influência de que nos mostrámos indignos. A coroa de Espanha é posta em leilão sangrento no meio das nações, e adjudicada, no fim de doze anos de guerra, a um neto de Luís XIV. Com a dinastia estrangeira começa uma política ...

Rituais ameríndios VI

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Índia Nuareque "Muitas das tribos que existiam no país à época de Cabral desapareceram, quer absorvidas na sociedade dos colonizadores, quer dizimadas pela violência a que os índios em geral foram submetidos durante os últimos cinco séculos. Nesse período, nações inteiras foram massacradas ou escravizadas, explícita ou disfarçadamente, ou morreram de doenças e fome depois que suas terras foram tomadas e seus meios de sobrevivência foram destruídos. A catequização por missionários europeus levou ao desaparecimento de suas crenças religiosas e outras tradições culturais; e a relocação forçada provocou enorme mistura de povos . Muitas das comunidades indígenas que ainda sobrevivem enfrentam miséria, doenças, descaso das autoridades e discriminação pelo resto da sociedade." Caçador de Escravos Jean Baptiste Debré Lista de povos indígenas do Brasil

Rituais ameríndios V

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Índio tupinambás no século XVI.

Rituais ameríndios IV

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"Os tupinambás eram uma nação indígena que habitava várias áreas do litoral brasileiro. As diversas tribos tupinambás possuíam uma língua comum, conhecida como tupi , porém não mantinham uma unidade e chegavam até mesmo a guerrearem entre si. Os tupinambás fizeram parte da Confederação dos Tamoios, entre 1556 e 1567, na luta contra os colonizadores portugueses. Uma característica marcante dos tupinambás era a prática do canibalismo. Acreditavam que ao consumirem a carne de pessoas, poderiam adquirir as suas qualidades (inteligência, coragem, habilidades bélicas, etc). Assim como outras nações indígenas, os tupinambas foram aos poucos desaparecendo ao entrarem em contacto com os colonizadores portugueses."

Rituais ameríndios III

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Índios Tupinambás, na actualidade, já sem apetites antropofágicos...

Rituais ameríndios II

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Índios Tupinambás em grav. do séc. XVI Hans Staden (em pé, de longas barbas) " Voltando da guerra, trouxeram prisioneiros. Levaram-nos para sua cabana: mas a muitos feridos desembarcaram e os mataram logo, cortaram-nos em pedaços e assaram a carne (...) Um era português (...) O outro chamava-se Hyeronimus; este foi assado de noite." "Véritable histoire et description d'un pays habité par des hommes sauvages, nus, féroces et anthropophages: situé dans le Nouveau monde nommé Amérique, avant et depuis la naissance de Jésus-Christ, jusqu'à l'année dernière" Por Hans Staden, Johann von Staden; Publicado por A. Bertrand, 1837 ; 335 páginas"

Rituais ameríndios I

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Índios Tupinambás em grav. do séc. XVI Hans Staden "Enquanto caçava sozinho fora dos limites do forte, Staden foi feito prisioneiro por uma tribo tupinambá que o conduziu à aldeia de Ubatuba (Uwattibi)que ficaria localizada na altura da actual cidade de Parati, no estado do Rio de Janeiro. Desde o início, ficou claro que a intenção dos seus captores era devorá-lo. Pouco tempo depois, os tupiniquins aliados dos portugueses, atacaram a aldeia onde ele era mantido prisioneiro. Obrigado pelos tupinambás, Staden lutou ao lado destes contra os tupiniquins. O seu desejo era tentar fugir para unir-se aos atacantes. Mas, estes, vendo que a resistência dos defensores era muito forte, desistiram da luta e retiraram-se "

Hans Staden no século XVI

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Hans Staden ( Homberg (Efze) , c. 1525 — Wolfhagen , c. 1579) " Véritable histoire et description d'un pays habité par des hommes sauvages, nus, féroces et anthropophages: situé dans le Nouveau monde nommé Amérique, avant et depuis la naissance de Jésus-Christ, jusqu'à l'année dernière ; Por Hans Staden, Johann von Staden; Publicado por A. Bertrand, 1837 ; 335 páginas "

Piqueniques antropofágicos

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“Voltando da guerra, trouxeram prisioneiros. Levaram-nos para sua cabana: mas a muitos feridos desembarcaram e os mataram logo, cortaram-nos em pedaços e assaram a carne (...) Um era português (...) O outro chamava-se Hyeronimus; este foi assado de noite. “ Antropofagia no Brasil em 1557. Hans Staden ( Homberg (Efze) , c. 1525 — Wolfhagen , c. 1579) foi um aventureiro mercenário alemão do século XVI. "(...)redigiu um relato sobre as peripécias em suas viagens e aventuras no Novo Mundo, uma das primeiras descrições para o grande público acerca dos costumes dos indígenas sul-americanos. O livro é intitulado História verídica e descrição de uma terra de selvagens, nus e cruéis comedores de seres humanos, situada no Novo Mundo da América, desconhecida antes e depois de Jesus Cristo nas terras de Hessen até os dois últimos anos , visto que Hans Staden, de Homberg, em Hessen, a conheceu por experiência própria e agora a traz a público com essa impressão [3] e foi publicado em Ma...

Lev Davidovich Trotsky , uma biografia II

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Second assassination' of Trotsky -- Paul Le Blanc reviews Robert Service’s biography of Trotsky                     Trotsky: A Biography by Robert Service "Robert Service completes his masterful trilogy on the founding figures of the Soviet Union in an eagerly anticipated, authoritative biography of Leon Trotsky. Trotsky is perhaps the most intriguing and, given his prominence, the most understudied of the Soviet revolutionaries. Using new archival sources including family letters, party and military correspondence, confidential speeches, and medical records, Service offers new insights into Trotsky. He discusses Trotsky’s fractious relations with the leaders he was trying to bring into a unified party before 1914; his attempt to disguise his political closeness to Stalin; and his role in the early 1920s as the progenitor of political and cultural Stalinism. Trotsky evinced a surprisingly g...

Lev Davidovich Trotsky, uma biografia I

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Uma biografia. Obra de Robert Service . Essencial para perceber o Homem, a Ideologia, o Destino e a Tragédia. "There is no moralism in Robert Service's narrative – and there is no need. It is plain from the facts that Trotsky was a quite brilliant historical phenomenon; and not a very nice man." Lido na Edição portuguesa da Aletheia.

Cartazes Políticos XXXV

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Cartaz na Espanha (de Francisco Franco) e na França (de Philippe Pétain). Monumentais na simbologia extremada.

Cartazes Políticos XXXIV

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Cartazes Políticos XXXII

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Cartaz na Espanha (de Francisco Franco).

Cartazes Políticos XXXI

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Cartaz no Portugal (de Oliveira Salazar).

Cartazes Políticos XXVI

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Cartaz na Cuba (de Fidel Castro).

Cartazes Políticos XXV

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Cartaz no Portugal (de Oliveira Salazar).