Mensagens

Ele está em toda a parte...

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"Nesse Domingo também tinham reservado lugar outras pessoas, e eu tinha que me desembaraçar para deixar os quartos de dormir e os quartos de banho preparados antes de eles chegarem. Como tive um acidente num braço, sou um pouco lenta nestes trabalhos. Por isso confiei a S. Josemaria a organização do dia que se apresentava difícil." Aqui

O "nosso" Silva

O Silva das vacas Algumas das reminiscências da minha escola primária têm a ver com vacas. Porque a D.ª Albertina, a professora, uma mulher escalavrada e seca, mais mirrada que uva-passa, tinha um inexplicável fascínio por vacas. Primavera e vacas. De forma que, ora mandava fazer redacções sobre a primavera, ora se fixava na temática da vaca. A vaca era, assim, um assunto predilecto e de desenvolvimento obrigatório, o que, pela sua recorrência, se tornava insuportavelmente repetitivo. Um dia, o Zeca da Maria "gorda", farto de escrever que a vaca era um mamífero vertebrado, quadrúpede ruminante e muito amigo do homem a quem ajudava no trabalho e a quem fornecia leite e carne, blá, blá, blá, decidiu, num verdadeiro impulso de rebelião criativa, explicar a coisa de outra forma. E, se bem me lembro ainda, escreveu mais ou menos isto: "A vaca, tal como alguns homens, tem quatro patas, duas à frente, duas atrás, duas à direita e duas à esquerda. A vaca é um animal cercado ...

Verão... que não é bom

...provocar o melanoma .

José Hermano Saraiva

Visões.

as escolas privadas e a demagogia do cheque-ensino

"Isto não significa, porém, que não existam diferenças entre as escolas privadas e as escolas públicas. Uma parte da explicação para os distintos resultados escolares médios obtidos dever-se-á também ao facto de os estabelecimentos de ensino privado serem em regra de menor dimensão, muitos deles com turmas constituídas com um menor número de alunos e a um funcionamento orgânico mais definido e consolidado. Nada disto, todavia, é intrínseco a uma suposto “código genético” das escolas privadas, antes sugerindo ao sistema público alguns caminhos de mudança que é urgente percorrer, e que se revelam incompatíveis com o desinvestimento a que este tem sido sujeito nos últimos anos (nomeadamente com a redução do pessoal auxiliar e docente e com uma agregação cega das escolas em “mega-estabelecimentos” de ensino)." Aqui .

Estudar

"Tal como os grupos humanos, as classes sociais, as instituições e as empresas, todos os sectores devem ser objecto de poupança e austeridade. Todos os sectores devem sobretudo ser objecto de reforçada luta contra o desperdício. Mas alguns sectores devem ser protegidos de um excesso de austeridade. Sem privilégios, devem ser objecto de algum esforço. Entre esses, a educação sem qualquer dúvida. Porquê? Porque é, a prazo, um sector com capacidade reprodutiva e com potencialidade para proporcionar um retorno. Direi também o mesmo na sua formulação negativa: porque é um dos sectores em que um recuo geracional mais desgaste ou mais estragos produziria. Um excesso de austeridade, em tempos de crise, pode simplesmente ser irrecuperável na geração seguinte. Pode deixar cicatrizes que dificilmente saram. E diminuirá seguramente as próprias capacidades e energias para ultrapassar a crise." António Barreto, no Jacarandá

Super-Relvas I

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Vinte e quatro horas na vida de uma mulher

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«Não acha então desprezível ou repugnante que uma mulher deixe o seu marido e as suas crianças para ir atrás de um homem qualquer, a respeito do qual ainda não me é de modo algum possível saber se é digno do seu amor? É realmente capaz de perdoar a uma mulher um comportamento tão negligente e leviano, que todavia não é miúda nenhuma e que, tendo em atenção as suas próprias crianças, já deveria ter sido ensinada a respeitar-se a si própria?» Em trânsito

Jerusalém

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"A proximidade entre o Bem e o Mal; entre o amor e o ódio; a vida vizinha da morte – um caminho apenas. Talvez a cruz de Jerusalém, cidade e nome do livro, metáfora para o hospício Georg Rosemberg, onde Mylia e Ernst viveram, amaram e conceberam Kaas. É Mylia quem diz, citando a Bíblia: “Se eu me esquecer de ti, Jerusalém, que seque a minha mão direita”. E mais adiante: Se eu me esquecer de ti, Georg Rosemberg”, que seque a minha mão direita”. Numa escrita crua, dura, directa e atraente, GMT percorre a vida de personagens-tipo, que vivem nas margens ténues da loucura normal." (relido intensamente)

História a Prender

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Aqui , por exemplo.