Leituras muito díspares, de uma biografia de um país, a um mergulho na tirania mental das fés, à assimilação culta de uma muitas vezes pedante, a um magnífico romance pleno de personagens complexas (que me atraem...).
"Pintor espanhol nascido em 1893 e falecido em 1983. Frequentou a Escola de Belas-Artes de Barcelona e a Academia Gali. Os primeiros trabalhos receberam a influência dos pós-impressionistas, especialmente de Vincent Van Gogh e depois de Matisse. Instalou-se em Paris em 1920, e aí conheceu Picasso. Integrou-se no movimento surrealista e participou na primeira exposição surrealista em 1925. Em A Herdade, Montroig, Barcelona (1921-22) mistura formas reais e fantásticas e esse estilo torna-se mais abstrato e "surrealista" em O Carnaval de Arlequim e em Paisagem Catalã. Experimentando o "automatismo psíquico", os seus trabalhos tornaram-se mais abstratos e fantasistas." Mais aqui e aqui e aqui .
Tiros, uma multidão fora de controlo e um grande espetáculo: os concertos dos Genesis em Cascais foram há 50 anos Marcaram uma geração. A 6 e 7 de março de 1975, os Genesis davam dois concertos no Dramático de Cascais, que se tornariam incontornáveis marcos da música ao vivo em Portugal. O grupo inglês trazia o espectáculo “The Lamb Lies Down on Broadway”, cobrou 3 mil libras e andou a passear-se pelos arredores de Cascais e Sintra, como esta imagem documenta. Por cá, o PREC anunciava-se." Expresso
"A Europa não é uma fonte de matérias-primas, mas "possui tecnologias avançadas que interessam à China" e, além disso, "necessita de dinheiro a curto prazo", o que a China parece possuir em grande quantidade. (...) Entretanto, um fabricante automóvel chinês, a Gelly, sediado em Hangzhou, leste da China, comprou a Volvo e empresas chinesas de transportes "estão a comprar, alugar ou a gerir portos, aeroportos e bases logísticas através do continente europeu", exemplifica o estudo.(...) O estudo alerta que "enquanto competem uns com os outros para atrair investimentos chineses, os países europeus reduzem a capacidade de negociar coletivamente o recíproco acesso aos mercados chineses". "Os europeus não devem culpar a China por aproveitar a oportunidade para expandir a sua influencia dentro da Europa (...) Devem, antes, unir-se para que as empresas europeias possam competir na China da mesma maneira que as companhias chineses competem na Eur...
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