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"Os negócios foram bem cozinhados. Construíram-se auto-estradas desnecessárias..."

"Este regime potenciou a cultura dos almoços. Os negócios foram bem cozinhados. Construíram-se auto-estradas desnecessárias, compraram-se submarinos tão indispensáveis e licenciaram-se obras que nos colocaram rumo ao desenvolvimento. Entre pavilhões gimnodesportivos, rotundas, licenças para Centros Comerciais e mamarrachos a teia cresceu e o País floresceu. Os negócios foram sendo feitos, mas sempre na base do empreendedorismo luso. O plano de negócio sempre bem elaborado, com rendibilidade assegurada pelo Estado. Ser empresário de sucesso, em sectores protegidos, em Portugal não tinha risco. A questão era somente a percentagem de lucro. Para os imprevistos existiam os almoços, perdão rendas."

Cavaco e...Carlos do Carmo

"Desconfiamos que alguma coisa está mal na nossa vida quando Cavaco Silva nos distingue. Recordo que Cavaco distinguiu Dias Loureiro com a sua amizade e Oliveira e Costa com o lugar de secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. A recusa de fazer chegar um parabém a Carlos do Carmo acrescenta honra à semana já honrosa do fadista. Foi dos mais belos ultrajes que já vi, uma das mais dignificantes desconsiderações que o Presidente já concedeu."                                                                                                Ricardo Araújo  Pereira, aqu i .

Lurdes Rodrigues e Nuno Crato, coveiros

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      Estudos clássicos: “Esta investigação em Portugal acabou. Ponto final”. Ver aqui . "Não só são as traduções do grego e do latim a ficar pelo caminho e comprometer outras áreas de investigação, como a filosofia ou a história da ciência, em que é preciso ter acesso a textos antigos escritos por matemáticos e físicos. Em Lisboa, alguns projectos que poderão sucumbir consistem em publicar textos de mulheres que escreveram em latim em Portugal no século XVI ou, por exemplo, identificar, transcrever, traduzir e publicar manuscritos inéditos de missionários portugueses na China e em Goa. “Como é que se vai a Goa? À boleia?”, questiona Cristina Pimentel." E já agora continuem a fechar escolas humanas e extasiem-se com escolas-fábricas.

Os Vigaristas que nos Roubam: cap. IV

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Abel Manta

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Abel M anta

"Prevaricação. MP pede pena de prisão para Maria de Lurdes Rodrigues"

Os Vigaristas que nos Roubam:  cap.  III "Pena deverá ser inferior a cinco anos, mas poderá ser suspensa se ex-ministra pagar multa de 200 mil euros. O Ministério Público (MP) pediu hoje a condenação da antiga ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues , por prevaricação de titular de cargo político numa pena de prisão com suspensão. Defende no entanto que a suspensão da pena só deverá acontecer mediante pagamento do montante em que o Estado foi lesado 200 mil euros. Ou seja, apesar de a moldura penal para este crime ser de 2 a 8 anos, o MP considera que a condenação deverá ser inferior a cinco anos, para que a pena de prisão possa ser suspensa . No primeiro dia de alegações finais, o MP pediu a mesma condenação para João Pedroso , irmão de Paulo Pedroso, e para o antigo secretário geral do Ministério da Educação João Baptista." http://www.ionline.pt/artigos/portugal/prevaricacao - mp-pede - pena - prisao - maria - lurdes - rodrigu es

Os Vigaristas que nos Roubam: cap. II

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"Mais uma prescrição para Jardim Gonçalves " "Tribunal dá razão a Jardim Gonçalves "

Os Vigaristas que nos Roubam: cap. I

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"SÓ COM OS CRIMINOSOS POBRES É QUE NÃO SE PODE COMER À MESA"

" O que tudo isto tem em comum é em primeiro lugar a c ompleta promiscuidade com o poder político. Os Espírito Santo frequentavam os gabinetes de Sócrates, elogiaram-no até ao dia em que o derrubaram, quando os seus interesses estavam em causa pela ameaça de bancarrota. O dinheiro fluiu nos contratos  swap,  usados e abusados pela governação socialista, e as PPPs contaram com considerável entusiasmo da banca nacional e internacional. Compreende-se porquê, quando mais tarde se veio a saber detalhes dos contratos leoninos que deixavam milhões e milhões para pagamento num futuro que já era muito próximo.  O actual governo mereceu também da banca todos os elogios e retribuiu em espécie, impedindo que qualquer legislação que diminuísse os lucros da banca passasse no parlamento , ou ficando como penhor de bancos que em condições normais iriam à falência, mesmo numa altura em que já era difícil alegar crise sistémica. O governo actual manteve todas as práticas de ...

Bolo-rei e lambidelas reais

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